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Luz de Amparo-Fotografia

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Os 7 riscos das cadeias de suprimentos

Gerenciamento de riscos: os 7 riscos de uma cadeia de suprimentos – Você sabe quais são os principais riscos logísticos em sua cadeia de suprimentos?
Os acontecimentos mais recentes na economia mundial suscitam algumas dúvidas referentes à análise de risco em diversos segmentos industriais. Como é possível que alguns dos maiores bancos do mundo chegassem à situação atual, com inúmeras falências? Como as maiores indústrias automobilísticas do planeta, com seu poderio de conhecimentos e tecnologias sem fim, encontram-se às avessas para pagar suas contas? Se mesmo estas empresas sofreram com riscos inesperados, vamos tentar desvendar os maiores riscos logísticos para as cadeias de suprimentos, com enfoque na situação brasileira.
Vendo os noticiários, somos levados a pensar: e em sua cadeia de suprimentos, até que ponto você está preparado para adversidades? Ou ainda sendo mais precavido e pró-ativo: à quais riscos deve-se estar mais preparado? Existe uma análise de cenários prevendo diferentes acontecimentos e quais os impactos que eles têm em seu negócio?
Conheça os riscos
Acredito que não exista uma resposta única a essas perguntas, visto que a resposta correta depende de situações particulares de cada indústria, de cada mercado, de cada empresa.
Normalmente, as análises de riscos são feitas em termo de custos, e também de oportunidades x ameaças. Se olharmos com mais detalhes estes dois elementos, chega-se nos sete elementos a seguir. A não ser que você comande um monopólio (e infelizmente acredito que não é o seu caso), boa parte dos elementos seguintes fará algum sentido para você:
1) Riscos econômicos
Este sem dúvida é o principal risco, e infelizmente, é um risco externo à sua empresa e à sua cadeia, você terá pouca influência sobre ele; mas você pode, sim, preparar-se e minimizar os efeitos caso algum fenômeno econômico lhe atinja. Estes acontecimentos variam desde flutuações de taxas de câmbio (com a qual estamos acostumados no Brasil), mas podem ser também relativos a impostos (que infelizmente também faz parte de nosso cotidiano), taxas de juros, falências de clientes/fornecedores.
2) Riscos políticos
Mais uma vez, um risco externo. Disputas comerciais entre países, embargos, ou uma possível guerra. Quem opera com países instáveis politicamente (como alguns vizinhos latino-americanos ou regiões de conflitos, para citar dois exemplos). Neste caso sua situação é mais delicada, e requer atenção, pois você pode, do dia para a noite, perder acesso à parte de seu mercado consumidor. Aqui, a idéia é não ser dependente apenas deste mercado, mas tentar expandir os horizontes comerciais. O mesmo vale caso algum fornecedor crítico esteja localizado nestas áreas.
3) Riscos geográficos
Desastres naturais em conseqüência de fatores climáticos como ventos fortes, inundações ou secas; impossibilidade de fazer os transportes, ou mesmo a proximidade a lugares com os outros riscos representam também riscos para sua cadeia de suprimentos, especialmente no fator transportes: como ter acesso ao seu mercado consumidor ou conseguir receber suas matérias-primas quando um problema localizado ocorrer?
4) Riscos de Planejamento
Aqui é onde as empresas mais podem atuar minimizando os perigos de pouco planejamento em qualquer área: design, projeto, processo, etc. Prepare-se antes de lançar um novo produto, antes de fechar um contrato com um fornecedor, antes de prometer que vai entregar o lote ao cliente. Muitas vezes uma pesquisa de mercado tira muitas dúvidas (e coloca mais certezas no produto), o fornecedor não oferece qualidade nem confiabilidade suficiente, e você não tem condições de atender os prazos que seu cliente pediu. Qualquer deslize nessas áreas pode ser mortal, mas o remédio preventivo vale à pena e não custa caro. Planeje-se.
5) Competidores
Como destacado anteriormente, se você não tem um monopólio, então seus competidores também estão atento a tudo isso. Mantenha um olho neles, mas seu foco precisa estar no mercado. Benchmarking é bom, mas demais também atrapalha, pois você não precisa ser o melhor em tudo. Fique atento à sua estratégia.
6) Sustentabilidade
Seu processo e seu produto agridem a natureza, ou são verdes? Se sua empresa e sua cadeia de suprimentos ainda agridem o meio-ambiente, é hora de rever seus conceitos, por duas diferentes razões:
a) Você vai perder mercado: a pressão da sociedade só tende a aumentar para que produtos e processos sejam ecologicamente corretos, em detrimento daqueles que não praticam reciclagem/reuso, uso de materiais e processos ecologicamente corretos, responsabilidade social, etc.;
b) Você pode ganhar mais dinheiro: processos certificados podem gerar créditos de carbono, que, vendidos no mercado internacional podem ser uma nova fonte de receitas.
7) Qualidade
Este item deveria ter saído desta lista há tempos, mas ainda temos muitos problemas de qualidade. Seja em nosso processo de fabricação, sejam no treinamento de mão-de-obra, danos no transporte e manuseio, ou mesmo quando recebemos produtos de baixa qualidade de nossos fornecedores. Implantar sistemas de gestão de qualidade, tanto para produtos quanto para processos é a palavra de ordem!

Entendendo os diferentes fluxos logísticos

A logística é normalmente associada ao transporte: movimentação de materiais, rodovias, navios, etc. Não podemos dizer que esta associação é injusta, pois o transporte é uma das principais atividades da logística, a que custa mais caro, e a que o cliente mais precisa – afinal, ele precisa dos produtos no lugar onde vai comprá-lo!
Mas não só de transportes de produtos é feita a logística, e existem outros fluxos a serem considerados. Vamos discutir alguns deles nos parágrafos seguintes. Primeiramente, vamos continuar na área de transportes, mas não o transporte direto dos produtos, no sentido dos fornecedores para os clientes, mas o transporte reverso. Trata-se da principal função da logística reversa, que trás os produtos usados do consumidor final para as fábricas novamente. É um fluxo que ganha cada vez mais importância em função das pressões sociais e políticas para que as empresas sejam mais corretas ambiental e socialmente.
Outro fluxo muito importante é o fluxo de informações. As indústrias só podem produzir aquilo que o consumidor quer comprar. Assim, é preciso saber qual o produto mais desejado, qual a cor da moda, qual o estilo ou as necessidades do momento. Isso é feito através de pesquisas de marketing e de um estreito relacionamento com os distribuidores. Uma vez que a indústria tenha recebido a informação dos clientes, é importante que esse fluxo volte em direção ao consumidor final, oferecendo novas opções e ajustando aquilo que foi requisitado.
Por fim, não podemos esquecer que alguém precisa pagar por tudo isso! Assim, o fluxo financeiro flui do consumidor final em direção aos fabricantes. Cada etapa do processo logístico fica com uma parcela do montante pago pelo cliente, até que ele termina quando chega no elo mais alto, por exemplo no fornecedor de matérias-prima.
Assim, podemos dizer que o fluxo logístico é na verdade a integração de diversos fluxos menores: os fluxos de materiais (ou produtos) diretos e reversos, os fluxos de informações e o fluxo financeiro. Algumas empresas obtêm mais sucesso que outras no gerenciamento desses fluxos: algumas fazem uma excelente logística reversa, outras conseguem entender exatamente o que o cliente deseja, e outras são muito ágeis na entrega do produto.
Você consegue pensar em exemplos de empresas de cada um desses grupos?

SUPPLY CHAIN MANAGEMENT

O que é ?
É uma ferramenta que, usando a Tecnologia da Informação (TI) possibilita à empresa gerenciar a cadeia de suprimentos com maior eficácia e eficiência. Nestes tempos modernos em que a exigência de consumo atingiu o limite extremo, o SCM permite às empresas alcançarem melhores padrões de competitividade.
Quais são as principais funções do SCM ?
O sistema inclui processos de logística que abrangem desde a entrada de pedidos de clientes até a entrega do produto no seu destino final, envolvendo aí o relacionamento entre documentos, matérias-primas, equipamentos, informações, insumos, pessoas, meios de transporte, organizações, tempo etc.
Fiscalizar alguns indicadores de performance fundamentais para o controle do resultado, como por ex: a qualidade e a inovação dos produtos e serviços, velocidade da execução dos processos, tempo de chegada ao mercado e aos consumidores, nível de serviço adequado às necessidades de cada cliente e custos compatíveis com a percepção de valor da demanda.
Possibilitar à empresa usuária cumprir rigorosas condições de entrega e qualidade para os relacionamentos de longo prazo com clientes que se baseiam na produtividade.
Integrar os fluxos de informações para as programações de envio e recebimento com os outros processos.

Entenda a Importância da Logistica

A logística está muito em voga ultimamente porque é considerada a última fronteira, ainda não explorada, para redução de custos de qualquer produto. Existem várias definições para logística e uma das mais resumidas diz que a logística é a rede de facilidades montada para movimentar materiais e/ou produtos acabados. Outra definição interessante e mais abrangente diz o seguinte: Trata-se do processo de planejamento, implementação e controle do fluxo e armazenagem de matérias prima, inventário em processo, produtos acabados e informações correlatas do ponto de origem ao ponto de consumo em conformidade com os requisitos do cliente.
Investir em logística é uma estratégia na quais empresas de transportes de carga no Brasil estão apostando pra enfrentar a virada do milênio. Em outras partes do mundo como EUA , Europa e alguns países da Ásia, a logística já se encontra num processo bastante avançado. Afinal de contas, temos que considerar o seguinte: quem vai providenciar a entrega dos produtos vendidos na era do e-commerce ? Somente operadores logísticos bem estruturados serão capazes de vencer este desafio tanto em se falando de entregas locais como internacionais.
O gráfico abaixo mostra a evolução do e-commerce no mundo até 1999 e as previsões para os próximos anos. Não há dúvida de que o setor de logística vai crescer também numa proporção bastante semelhante. Novos sistemas estão sendo implantados, aliás, sistemas e pessoas representam os maiores ativos de uma empresa atuante na área de logística. Quando falamos em desafio, nos referimos a movimentar os produtos e materiais com o menor custo e a maior eficiência possíveis.
Atualmente o Brasil encontra-se numa transição da fase 2 para a fase 3 e os EUA na fase 5 para a fase 6. Portanto, temos ainda um caminho a percorrer e as empresas estão acordando para este fato, daí a ênfase maior que estão colocando na logística.

Entendendo o que são cadeias produtivas

Falamos sempre em cadeia de suprimentos, cadeia de valor, cadeias produtivas, mas poucas vezes nos damos o trabalho de parar e pensar o que estas diferentes cadeias significam na prática. Hoje vamos desmistificar as cadeias produtivas, como elas se relacionam e o que elas têm a ver conosco, consumidores dos produtos finais.
Vamos imaginar um produto que todos vocês que estão lendo este texto estão usando: um computador. Ele é um exemplo típico de interligação de diferentes cadeias, países e segmentos. Provavelmente a tecnologia e os chips que seu computador possui foram desenvolvidos por anos de pesquisa no Vale do Silício, EUA; mas seu chip não foi produzido lá, essa produção foi terceirizada pra alguma fábrica na China. Muitas outras peças foram também produzidas em outras partes da China ou na Índia, Taiwan ou outro produtor asiático.
Mas você não viajou até a China para comprar seu computador. É possível que tenha comprado pela internet, num site brasileiro. Alguma empresa precisou comprá-lo da China para você, e alguma outra empresa o transportou até o Brasil (e uma outra entregou na sua casa). Junto com o computador vieram inclusive manuais em diversas línguas. Além disso, você também recebeu vários softwares, que foram desenvolvidos em outra parte do mundo, e caso você tenha dúvidas ligará para a central de atendimento, que pode estar localizada em qualquer parte do planeta (digamos, no México) e terá atendimento em português.
Então, o que um operador de telemarketing/tele atendimento no México tem a ver com a fábrica de chips de computadores na China? Tudo a ver, ambos fazem parte de uma mesma cadeia que serviu o produto que você está usando.
Se você acha que isso é verdade apenas para produtos altamente tecnológicos e industrializados, engana-se. Vejamos a cadeia produtiva dos alimentos: uma alface, por exemplo.
Essa cadeia tem início nas pesquisas agropecuárias de um pesquisador do EMBRAPA, por exemplo, quando ele desenvolve e seleciona as melhores sementes, mais resistentes e adaptadas ao local onde será feito o plantio. Passam pelos produtores, empresas de agrotóxicos e fertilizantes, máquinas e equipamentos, trabalhadores, empréstimo agrícola, transporte, embalagem, armazenagem, marketing, venda até chegar à sua mesa… uma simples alface!
Assim, a cadeia produtiva envolve todas as etapas da produção de um bem, desde o planejamento e design do mesmo até que ele esteja entregue ao consumidor. Além disso, podemos dizer que cadeia produtiva sustentável é aquela que faz tudo isso se preocupando com o meio ambiente, tentando reduzir o impacto de cada ação.
Veja que as possibilidades de melhoria são imensas. Cada parte pode fazer sua função mais eficientemente, com menor custo, com menos impacto ambiental e social. O resultado final é uma melhoria enorme.

terça-feira, 13 de julho de 2010

Atlas Logística - Globo SPTV - 02/07/08

Logística de Suprimentos - TCC SENAI CFP/JPR - Parte 02

Logística NATURA Português

Logistica de Distribuição

10 Dicas para participar de dinâmicas de grupo

1. Preste muita atenção também aos outros participantes, em suas atitudes e comportamentos. É com eles que você vai desenvolver a atividade. Se você tem um espírito natural de líder, por que não ocupar um papel de destaque?

2. Fique atento às explicações e orientações para o trabalho a ser realizado. As informações normalmente são padronizadas, mas devem ser interpretadas à luz do que vai acontecer daí para frente. Procure entender o que alguém vai querer observar se pedir para vocês contarem o número de paetês de uma fantasia, amarrar a todos numa corda ou qualquer outra coisa que venha a ser solicitada. Libere toda a sua criatividade ou você não chegará nem aos pés da criatividade deste pessoal que inventa jogos e situações de grupo.

3. Não se esqueça de que você está em grupo e os comportamentos que serão observados valorizarão as suas relações com o grupo.

4. Não seja afoito, saindo na frente e atropelando tudo e todos . Já ouviu falar daquela história do boi de piranha? E daquela do macaco velho que não coloca a mão em cumbuca? Observe os primeiros passos de todos, mesmo que você tenha dado a iniciativa ao trabalho.

5. Não se incomode de ser observado por uma ou mais pessoas. O inverso é que é perigoso. Não ligue se alguém escreveu algo logo após a sua atuação. Pode muito bem ser positivo, por isso não sofra antecipadamente. Observadores despreparados podem rir do que está acontecendo (quem não riria ao ver um bando de marmanjos no chão fazendo algo engraçado?). Não é correto, mas... Controle-se, pois pode não ser de você.

6. Não fique perdido no desenrolar da dinâmica, seja ela uma peça de teatro, um painel de debates ou qualquer outra simulação. Seja um participante adequado o tempo todo. Muitas vezes, o último a falar é o que exerce maior influência sobre os destinos de um grupo.

7. Falar muito ou falar pouco? Não sabemos e temos receio de dizer. É uma incógnita, pois não sabemos o que será observado. Infelizmente, algumas coordenações despreparadas colocam um grupo para trabalhar e se lembram apenas daquele que falou muito, por mais besteira que tenha dito. Em outras situações, ouvimos pessoas que preferiram não falar nenhuma besteira e não foram sequer lembradas. IMPORTANTE: muitas vezes o que se espera de um candidato é que encontre alguma solução racional no meio de uma situação totalmente desconexa.

8. Solte-se e entre no jogo. Ajude o grupo a conseguir o melhor resultado em relação ao que foi pedido pelo coordenador. Procure ser decisivo para o desempenho do grupo. Desempenhe todos os papéis que você achar adequados, mas na dose certa e sempre focando o grupo. Não se esconda atrás do grupo, mas também não se distancie.

9. Deixe as avaliações para depois. Pense que você dará muitas risadas depois de tudo e poderá animar algumas reuniões com amigos e parentes com os jogos que aprendeu. Não adianta nada demonstrar que está insatisfeito, pois isto poderá contar pontos negativos para você.

10. Depois de tudo, se você quiser dar sua opinião, procure a empresa que realizou a seleção e exponha o seu ponto de vista, com segurança e dados completos. Muitas vezes, quem contrata uma empresa de seleção nem sabe direito o que vai acontecer no meio do processo.

produtividade

Trabalho em Equipe

Team Building / Como trabalhar em equipe? Aderito mostrará

Trabalho em equipe - I

Recolocação no Mercado de Trabalho

Sua Carreira Seu Negócio

Liderança pelo exemplo

Cultura Organizacional

CONVIVENCIA

administração de conflitos parte1

administração de conflitos - parte 2

Vídeo 1

quarta-feira, 7 de julho de 2010

ERROS DE PORTUGUÊS

Como devo abreviar hora ou horas?

Usando h, sem s nem ponto: 15h, 20h, 18h15min, 22h05min, etc., e não: 15:00,20 hs., 18:15 hrs., 22:05 h. Quem separa as horas dos minutos usando dois pontos são os ingleses.


O primeiro dia do mês é primeiro ou posso dizer também um?

O primeiro dia do mês é sempre primeiro. O caro lei­tor já imaginou alguém, no dia primeiro de abril, pregando uma mentira e saindo-se com esta: "Um de abril!" ? Que mentira mais sem graça!...


O nome é Rubem ou Rubens?

Rubem é o nome rigorosamente correto, mas alguns pais acharam que seus filhos eram mais que um, eram realmente fantásticos. Então, puseram neles o nome Rubens. Note, entretanto, que temos Rubem Braga, Rubem Berta, Rubem Fonseca, todos corretos.


Posso dizer que valo muito?

Quem diz "valo muito" não vale coisa nenhuma. Já quem diz "valho muito" pode até valer. Espero que, de fato, valha.

Certa vez pegamos em flagrante uma garota per­guntando ao espelho nestes termos,depois de olhar-se de alto a baixo, contemplando o seu belo corpo: "Será que não valo nada?". Valia ?


Palavra correta:.. enfarte ou infarto?

As duas, mas há leve preferência pela segunda. Os jornalistas brasileiros, porém, criaram uma terceira forma: infarte, que só colabora com que professores de português tenham infartos...


Alguém pode ter ameaça de infartar?

Não. Ameaça (no singular) somente há quando está associada a intimidação: ameaça de greve, ameaça de para­lisação, ameaça de golpe, etc. Se não for assim, o que há são ameaças ou ameaços: ameaças de infarto, ameaços de enfarte, etc.


Posso pedir o mais absoluto silêncio?

Não; porque aí há redundância. Em absoluto já existe a idéia de maior, o mais. Por isso, prefira pedir absoluto silêncio, que o silêncio se fará.

Eis outras expressões redundantes: emulsão de óleo, novidade inédita, plebiscito popular, manter o mesmo time, problema individual de cada um. Tudo isso é coisa de demente mental. . .


Existe raio X?

Não. O que o mundo conhece é outra coisa: raios X. Há, todavia, muito médico por este Brasil afora que afixa uma enorme placa à frente do consultório: RAIO X. São confiáveis?


Os brasileiros querem explorar a Antártida. Vai dar certo?

Se depender da língua, vai dar errado. Convém que eles mudem o rumo e se dirijam à Antártica, que é região existente no planeta. Ir à Antártida é fria...


Podemos dizer que a Nicarágua tem uma presidenta?

Sem dúvida. Existem quatro nomes que podem va­riar ou não, em gênero:presidente, governante, hóspede e pa­rente. Sendo assim, tanto faz usarmos a presidente quanto a presidenta; a governante quanto a governanta; a hóspede quan­to a hóspeda;a parente quanto a parenta.


Dou marcha-ré ou marcha à ré?

Dê sempre marcha à ré. Anote mais estas ortografias: alto-falante, alto mar (sem hifem), disco-voador (com hifem), ano-novo (e não: Ano Novo), ano-bom (e não: Ano Bom), papel-almaço, papel-carbono, aeroclube (e não: Aero Clube).


Mulher, quando agradece, diz obrigado?

Não. Mulher, quando agradece, deve dizer obrigada, embora muitas digam apenas brigado, cometendo dois erros de uma só vez. É muita economia.

A pessoa a quem se agradece deve responder por nada, e não de nada. Alguns se limitam a responder nada.

Muitos, ainda, em vez de por nada, respondem: obrigado(a) você, que não significa absolutamente coisa nenhuma. Não quer dizer por nada?
Diga,então,obrigado(a),digo eu. A língua e o bom-senso agradecem...


Posso ficar de bruço?

Não, prefira ficar sempre de bruços, que não terá cãi­bras... Também não fique de cocre; fique só de cócoras.


Cãimbra ou câimbra?

Tanto faz. Anote mais estas formas variantes: pendu­rar e dependurar, entoação e entonação, lambuzar e enlambuzar, hidroelétrica e hidrelétrica, hidroavião e hidravião, heml e heinl, hemorróidas e hemorróides (sempre com s final), samambaia e sambambaia, geringonça e gerigonça, empanturrar e empaturrar.

Afinal, escrevo alibi ou álibi?

Escreva sempre álibi. Alguns dizem, em tom profes­soral: "Latinismos não têm acento gráfico". pergunte­mos-lhes, então: "E grátis? E mapa-múndi? E álbum? E cútis?". Todos são latinismos.


Posso dizer que expludo de alegria quando estou em Salvador?

Não: a forma expludo não existe. Quanto ao verbo explodir e demais defectivos, também não existe exploda, como se ouve muito: "Quero que ela exploda" . A língua, assim, explode antes...


É verdade que o alface está caro?

Não sei, mas a alface está caríssima! Nunca vi uma al­face tão cara quanto a brasileira.

Confesso não conhecer nenhuma verdura digestível que" atenda" pelo nome de o alface...


É verdade que a inflação foi só de 1.2 %?

Não: a inflação pode ter sido de 1,2%. Há, contu­do, os que dizem: "A inflação foi de um ponto dois por cento". Isto é: mentem duas vezes...

Quem não é chegado a mentiras, diz melhor: "A inflação foi de oitenta e um vírgula dois por cento", pois não se usa ponto por vírgula.


Qual o nome correto: Hortência ou Hortênsia?

Hortênsia, escreva sempre com s. Anote mais estes nomes: Persival, Moji, Queirós, Hiroxima, Nagasáqui.


Devo perguntar: que horas chegaremos? ou a que horas chegaremos?

Pergunte, sempre com o a antes do que: A que horas chegaremos? (E não: Que horas chegaremos? A que horas começa o programa? (E não: Que horas começa o programa?) Também não pergunte: "Que horas tem aí?". Va­lha-se da pergunta antiga, que ainda é a melhor: "Que horas são?".


Eu se perdi inteiramente.

Eu combinando com se!? Onde? Em que língua?

Eu combina com me, assim como nós combina com nos:

Eu me perdi inteiramente.

Nós nos perdemos inteiramente. (E não: Nós se perdemos inteiramente.)

Dia desses, ouvimos de um político: "Nós se preocupamos muito com o futuro do Brasil". Estamos vendo...

Pela televisão, declara uma futura mãe: "Se um dia eu tivesse um filho guei ou uma filha sapatão, eu se matava". E agora?


Meu filho é de menor?

Não. Seu filho é menor, ou seja, é menor de idade.

O meu, todavia, é maior, maior de idade. Quem diz "de menor", "de maior", não fala como gente grande. Nem como gente que entende.


Devo comprar carro à álcool?

Não, compre carro a álcool: antes de palavra masculina não use à. Pode comprar carro à gasolina: antes de palavra feminina, numa locução, usamos à. Hoje, todavia, há pessoas que, em vez de comprarem carro a álcool ou carro à gasolina, estão preferindo andar a pé e até a cavalo...


Existe febre alta?

Nem baixa. A temperatura do corpo é que fica alta ou baixa; a febre é intensa, amena, etc. Ninguém tem, ainda, muita ou pouca febre. Febre não se mede; ignorância, talvez...

Compro tudo a vista ou à vista?

Compre tudo à vista, e não à prestação. Como afirmamos, antes de palavra feminina, numa locução iniciada por a, usamos o acento. Por isso é que devemos lavar roupa à mão, ouvir rádio à pilha, escrever à máquina, fechar o portão à chave e, também, matar alguém à bala, praticar atentado à bomba, atirar à queima-roupa. Repetimos: todo a que inicia locução com palavra feminina deve ser acentuado. A única exceção fica por conta de a distância, quando a distância não for determinada. Ex.: Os policiais ficaram observando a manifestação a distância. Havendo determinação, o acento aparece: Os policiais ficaram observando a manifestação à distância de cem metros.


Ignorância é assim fácil de medir?

Ignorância, muitas vezes, é muito fácil de medir...

Após fácil de, difícil de, duro de, gostoso de, bom de, ruim de, não se usa se. Por isso é que existe remédio duro de tomar, automóvel gostoso de dirigir e sogra difícil de agüentar...


Aids é o quê, afinal?

É uma sigla inglesa. Os portugueses e os povos de língua espanhola, os quais nós, brasileiros, deveríamos seguir, não dizem aids, mas sida, já que se trata de síndrome da imunodeficiência adquirida. Note: sempre com inicial minúscula; os jornalistas brasileiros, além de usarem uma sigla alienígena, ainda escrevem com inicial maiúscula. Por que não escrevem também Diabetes, Câncer, Tuberculose, Diverticulite? Ora, inicial maiúscula em nome de doença ou síndrome...


Diz-se que os anos sessenta foram ótimos!

Melhores foram os anos sessentas. Muito melhores que os anos setentas (que tiveram a crise do petróleo), muito melhores que os anos oitentas (que tiveram Sarney) e - com certeza - muito melhores que os anos noventas.

Nesse caso, quem usa o singular comete erro de concordância, semelhante a nós foi e a eu pôs. Os jornalistas brasileiros escrevem e dizem como?


Quer dizer que Leblom também se escreve com m final?

Não só Leblom, mas Calmom, Saigom, Ramom, Simom, Trianom; enfim, todas as palavras oxítonas terminadas com tal som devem ser grafadas com m final, e não com n.


O nome correto é Andrea ou Andréia?

Andréia é a forma portuguesa; Andrea é a forma italiana. O caro leitor escolhe qual?

Eis mais cinco nomes corretos: Dorotéia, Dulcinéia, Enéias, Léia e Vanderléia.


É bom morar em casa germinada ?

É perigoso à beça!... Em casa germinada deve haver germes em todo canto... Prefira morar em outro tipo de casa, bem mais saudável: na geminada. É esta que vem de gêmea, e não aquela, que vem de germe. O povo, todavia, criou a casa germinada e acredita piamente que mora nela...


Menas é bom?

Menas é péssimo! Nossa língua só possui menos: menos complicações, menos gente, menos casas, menos despesas, etc.

Um ex-candidato à Presidência da República, todavia, vive com o menas na boca e, certamente, dorme com ela. Certa vez, durante a campanha, disse: "O que o Brasil precisa é de menas safadeza, menas incompetência e menas maracutaia". O que mais ardentemente queremos é menos tudo isso aí...

Posso namorar com?

Não, prefira apenas namorar: é mais saudável e não compromete a língua. Por isso: Nunca namorei essa garota. (E não: Nunca namorei com essa garota.) Você quer me namorar? (E não: Você quer namorar comigo?)

Hoje, muita gente diz " a gente fomos", " a gente temos ". É correto isso?

Na Idade da Pedra, poderia até ser. Hoje, não: a gente pede verbo na terceira pessoa do singular, obrigatoriamente (a gente foi, a gente tem, a gente viu, a gente irá, etc.). Quem usa "a gente fomos, a gente temos, a gente vimos, a gente iremos", revela possuir pouca escolaridade.

Convém dizer, por outro lado, que não há nenhuma impropriedade no uso de a gente em substituição a nós ou ainda a eu. Ex.:

A gente foi lá e não encontrou ninguém.

A gente vai votar outra vez.


Nasci a 18 de dezembro ou em 18 de dezembro?

Tanto faz: usa-se a ou em antes de datas. Use, ainda, indiferentemente:

Domingo viajaremos. (Ou: No domingo viajaremos.)

Semana que vem voltaremos. (Ou: Na semana que vem voltaremos. )

Mês passado choveu muito. (Ou: No mês passado choveu muito.)

Ano passado geou. (Ou: No ano passado geou.)




Um apaixonado pode declarar-se desta forma: " Eu te amo você"?


Só os pseudo-apaixonados fazem esse tipo de declaração; os verdadeiros dizem ao ser amado: "Eu te amo". Ou, então: "Eu amo você". Te não se mistura com você. Por isso, jamais diga "Vou te contar pra você", nem mesmo para os seus amigos mais íntimos: eles não lhe perdoarão. . .


"Vem pra Caixa você também" é um bom convite

É um convite no mínimo deselegante, já que não leva em conta uma norma elementar da nossa língua: não pode haver mistura de tratamento, ou seja, te ou tu não se mistura com você (a segunda pessoa não combina com a terceira). Quem tem um mínimo de bom-senso, de respeito, convida assim: Venha pra Caixa você também. Ou, então, assim: Vem pra Caixa tu também. Porque venha é da terceira pessoa, assim como você; vem é da segunda pessoa, assim como tu. Pronto: houve uniformidade de tratamento, a língua não foi agredida.

Um órgão federal como a Caixa Econômica deveria cuidar um pouco mais do nosso patrimônio cultural, o idioma, divulgando ao público uma frase mais respeitosa, mais digna. Esperávamos que, com a mudança de diretoria da Caixa, houvesse mais seriedade no órgão, com a eliminação do erro. Não houve. Seu presidente, aliás, recentemente, cometeu a agravante de dirigir carta ao presidente da República, nestes termos: "Vem pra Caixa o senhor também". O Brasil Novo, como se vê, não é tão jovem assim...

Os criadores da lamentável frase ''Vem pra Caixa você também" argumentam simploriamente que vem é mais eufônico que venha. Ora, se a nossa língua fosse guiar-se apenas e tão somente pela eufonia para estabelecer as suas normas, certamente não agasalharia os verbos abundar e disputar. Essa gente não sabe nem mesmo o que diz; imagine, então, se sabe o que cria.


O analfabetismo é um agravante ou uma agravante?

O analfabetismo, assim como a falta de respeito e de bom-senso, será sempre uma agravante na formação de qualquer personalidade. A exemplo de atenuante, a palavra agravante é feminina.


Com palavras no plural uso a ser ou a serem, a não ser ou a não serem?

Tanto faz:
Ele não via virtudes em ninguém, a não ser as suas. (Ou: a não serem as suas.)

As crianças a ser matriculadas chegam a cem. (Ou:As crianças a serem matriculadas chegam a cem.)


Existe acordo amigável?

Assim como existe hepatite do fígado e pomar de frutas... Neste mundo que Deus criou, não pode haver acordo que não seja amigável. Ou o caro leitor já viu algum acordo litigioso? Não obstante a evidente redundância aí existente, não faltam advogados (os despreparados, evidentemente) que insistem em propor um acordo amigável à parte contrária, muitas vezes diante de egrégios e competentes magistrados (que não têm culpa ).
Os verdadeiros advogados buscam apenas um acordo com a parte contrária; os juízes simplesmente homologam um acordo.


O Brasil é um país que ia pra frente ou prá frente?
Não acentue a redução de para a (pra) nem a redução de para o (pro). Assim, devemos escrever (injusta e mentirosamente) :

O Brasil é um país que ia pra frente. Agora, o Brasil é um país que vai pro buraco.


O preço pode ser caro ou barato?

Não, o preço pode ser alto ou baixo; os produtos é que são caros ou baratos. Assim, temos:

O preço da gasolina está alto demais. A gasolina é cara demais.

O preço deste livro é baixo demais. O livro é barato demais.

E viva o preço alto!...


É correto usar "Não deu para chegar mais cedo"?

Não na língua culta, que prefere esta construção: "Não foi possível chegar mais cedo". Na língua popular, todavia, usa-se o verbo dar com impessoal:

Não dá para fazer isso sozinho. (= Não é possível fazer isso sozinho.)

Dava para vocês me qiudarem? (= Era possível vocês me ajudarem?)

Não obstante isso, muita gente continuará afirmando admirada, e com muita convicção: "Presidente, assim não dá!"...



Devo encarpetar meu apartamento?

Não procure sarna: acarpete o seu apartamento e livre-se do desconforto. Não existe o verbo encarpetar; use acarpetar ou, então, carpetar.


Por falar em apartamento, como abrevio essa palavra?
Abrevie apartamento assim: ap. ou apart., mas nunca apto., como faz quase todo o mundo.


Devo escrever icerberg ou aicebergue?

Num texto em inglês, escreva iceberg; num texto em português, use aicebergue. O caro leitor está acostuma­do a escrever em que língua?

Eis mais cinco aportuguesamentos: langerri, laicra, náilon, náicron e limusine, que correspondem às formas estrangeiras lingerie, lycra, nylon, nycron e limousine.


Torço para o Coríntians?

Não. Prefira torcer pelo Corinthians: o verbo torcer pede por, e não para; Corinthians se escreve com th e sem acento, apesar dos jornalistas (palmeirenses, por certo), que escrevem Coríntians, corrompendo o nome do clube. O adjetivo se escreve sem h (corintiano).


Posso dizer que estou quites com o serviço militar?

Não. Quites é do plural; por isso, diga: "Estou quite com o serviço militar", "Nós estamos quites com o serviço militar"


Posso tomar água saloba?

Essa água mata! Principalmente e primeiro a língua. Prefira tomar água salobra: é mais saudável. Por falar em água, use indiferentemente água fervente ou água fervendo, mas só pluralize a primeira: águas ferventes.


Devo escrever hífen ou hifem?

Como quiser: as duas formas são corretas, com ligeira preferência, até, pela segunda.


Ante ao exposto, chego a uma conclusão: não vou mais escovar os dentes.

Não chegue a tanto: use só ante o exposto, já que an­te (preposição) pede artigo (ante o exposto, ante a deci­são, ante o resultado, ante a promulgação, etc.).

Muitos advogados (os despreparados, evidentemen­te) escrevem ante ao exposto. Os verdadeiros advogados, todavia, escrevem sem machucar a língua nem ofender a cultura do magistrado: ante o exposto.


Aluga-se apartamentos: correto?

Errado. Esse tipo de verbo vai ao plural, quando o elemento seguinte está no plural. Por isso:

Alugam-se apartamentos. Oferecem-se vantagens.

Vendem-se casas. Compram-se terrenos.

Dão-se aulas particulares de português.


Muitos anunciam assim nos jornais: "Dá-se aulas particulares de português". Dão?


Quem toma muito aguardente fica o quê?

Fica principalmente deselegante. Quem sabe beber, pode até tomar muita aguardente, nem por isso ficará bêbado a ponto de dizer que tomou muito aguardente, que é palavra feminina: a aguardente, uma aguardente, boa aguardente.


Cuspido e escarrado?

O povo, quando vê uma pessoa muito parecida com outra, diz: "Nossa, como esse rapaz é parecido com o pai! Ele é o pai, cuspido e escarrado". Na verdade, deveria dizer: "Ele é o pai, esculpido e encarnado". Como o povo não é muito dado a esculpir nem a encarnar, substituiu as palavras por outras que lhe são mais próprias. Recentemente, ouvimos uma pessoa dizer: "Vige, essa menina saiu à mãe, cuspidinha e escarradinha!" .

Consagrada ou não, convém saber que, num banquete, por exemplo, é de bom-senso utilizar a outra.


Existem luzes de neon?

Não. Existem, sim, luzes de néon ou de neônio. O povo, contudo, gosta muito das luzes de neom (que não iluminam)... O pior é que escrevem ainda neon.



Isso é para eu ler. (E não.: Isso. é para mim ler.)


Deixaram tudo. para eu fazer. (E não.: Deixaram tu­do. para mim fazer.) Não

havendo verbo, use mim: Isso. é para mim, Deixaram tudo. para mim.



Qual a diferença entre história e História?

A história é a ciência que cuida dos fatos ocorridos ao longo do tempo, documentando-os; História, com H, é nome de disciplina, assim como Matemática, Portugues, Inglês, Desenho, Geografia, etc.

Há muita gente que assiste a aulas de Português, mas não aprende português.


E a palavra estória? Existe ou não?
Apesar da caturrice de alguns, existe. Estória é conto infantil, ficção; conversa fiada, lorota, baleIa.

Um professor, na sala de aula, conta a história do Brasil a seus alunos. Um ladrãozinho qualquer, para safar-se da prisão ou da condenação, conta mil estórias ao juiz, que muitas vezes as toma por histórias e o absolve.

Afirmar que um vagabundo qualquer conta histórias ao juiz é mentir descaradamente e subtrair à palavra a nobreza de significado que ela tem.


Devo andar a cem quilômetros por hora?

No máximo! Sempre sem o acento no a, antes de numeral: a cem quilômetros, a mil metros, etc. Só use o acento quando se tratar de horas: chegamos à uma hora, e não às duas horas.


Entro de férias ou em férias?

Como quiser, assim como pode ficar de pé ou em pé. Mas só entre em greve, ainda que muitos prefiram entrar de greve, o que é absolutamente ilegaL.

Não use de pé por a pé, como se faz no Nordeste, onde se ouve comumente: "Não vou de carro não, vou de pé mesmo". Vá a pé. Ainda que seja ao inferno, vá a pé...


De noite ou à noite?

Tanto faz, desde que você vá a pé... Pode ir também, indiferentemente, de tarde ou à tarde. Se preferir, vá de manhã ou pela manhã.


Posto que equivale a "porque" ?

Só os maus advogados usam posto que como equivalente de porque; os bons empregam posto que apenas por embora : O réu foi absolvido, posto que contra ele houvesse inúmeras provas. (E não, como fazem os advogados despreparados: O réu foi absolvido, posto que não havia provas contra ele.)


Devo sentar na mesa?

Não! gente educada, civilizada, elegante, sentar-se à mesa já que o verbo é sentar-se, e não simplesmente sentar, e quem está encostado, perto da mesa, está à mesa, e não na mesa.
Na mesa ficam, pratos, talheres, toalhas, etc...


Alguém pode ficar esperando uma pessoa na porta?

Se for inteligente, preferirá ficar esperando à porta: é bem menos complicado. O caro leitor já viu alguém na porta, dentro dela?

Há as que dizem: "O ônibus passa na parta de casa". Passar na porta é passar por cima dela! Apesar de ser uma porta - convenhamos - ela não tem culpa!...


Devo escrever todo mundo ou todo o mundo?

Escreva sempre todo o mundo, em qualquer sentido:

Todo o mundo nasce nu. (= Todas as pessoas nascem nuas.)

Todo o mundo está poluído. (= O mundo inteiro está poluído.)

Não há quem faça jornalista brasileiro aprender isso. Eles escrevem todo mundo, imaginando que todo o mundo só pode ser usado em referência ao mundo inteiro. É...



Sua sogra come toda hora?

Não! sogras comem a toda a hora, a toda a velocidade, a todo o momento, a todo o instante, sempre com o artigo.


Escola do primeiro e segundo graus?


Não, embora haja muitas escolas par aí que assim se intitulem, o que não deixa de ser uma ironia e uma tristeza. Antes dos numerais ordinais, nesse caso, o uso do artigo é obrigatório: escola do primeiro e segundo graus. Ninguém cursa primeiro nem segundo graus; todo o mundo cursa o primeiro e o segundo graus.

Há pouco tempo tivemos uma eleição em dois turnos; no primeiro turno venceram Collor e Lula; no segundo, venceu elle. Ninguém votou em primeiro turno nem em segundo turno, mas no primeiro turno, no segundo turno.
Escolas do primeiro e segundo graus, por favor, emendai -vos!


As vendas, no comércio, caíram em 50%?

Essa é uma frase típica de jornalista, que usa em antes de numeral percentual, sem nenhuma necessidade. Diz ou escreve melhor quem faz assim: As vendas, no comércio, caíram 50 %. E ainda se economizam tempo e espaço...
Eis duas frases colhidas no jornal Folha de S. Paulo:

Conjunto de opcionais pode aumentar o preço de um carro em mais de 20 % .

O movimento de compensação de cheques em Salvador caiu em cerca de 30 % .


Senhores jornalistas, economizem o nosso tempo, a nossa paciência e o espaço de seu jornal!


Posso dizer que amanheceu o dia?
Se acha que é razoável dizer " amanheceu a noite", pode usar à vontade essa redundância de assustar jegue. Basta dizer amanheceu. Já não se entende que foi o dia?

Certa vez lemos no pára-choque de um desses camioneiros folgados da vida: "Quer você acorde ou não, o dia amanhecerá" . Camioneiros de todo o Brasil, acordai!...



Camioneiro ou caminhoneiro?
Camioneiro é forma várias vezes melhor que caminhoneiro, que, a exemplo de minissaia, é a forma oficial. Foi outro equívoco (?) de quem a oficializou, naturalmente pensando que a palavra tinha algo que ver com caminho.

Tomaram caminho errado...

A verdade é que não se pode, então, afirmar que caminhoneiro é forma errada; o equívoco está consagrado oficialmente, assim como Mossoró, que, por ser nome de origem indígena, jamais deveria ser escrito com ss. Mas está lá, registrado. Os que têm bom-senso, todavia, escrevem camioneiro, mini-saia e Moçoró.



Discrição ou discreção?

Discrição, evidentemente. A forma discreção, assim como indiscreção, foi criada pelo povo, que viu discreto e indiscreto e passou a usar aquelas formas, por analogia como estas. O aconselhável, sempre, é manter a discreção, jamais cometer indiscreções.



Pessoal Boa Sorte com o português!

PARABÉNS!

PESSOAL,

VCS ESTÃO INDO MUITO BEM, CONTINUEM ASSIM...

GRANDE ABRAÇO.

Tempos Modernos - Charles Chaplin

SEGUE LINK PARA O VÍDEO DO FILME TEMPOS MODERNOS:

http://www.youtube.com/watch?v=a0XjRivGfiw

Modelo de currículo 2

Seu Nome Completo
Seu endereço completo com CEP Seu e-mail – Seu telefone
Preencha aqui o resumo geral da sua formação e experiência, em até 4 linhas.

Formação
 Faça aqui uma lista com seus cursos, começando pelo mais recente (pós, graduação, médio, fundamental, etc.).

 Para cada um deles, informe o nome do curso, a escola e a instituição, e o ano de conclusão (ou diga que está em andamento)


 Mencione em destaque os cursos profissionalizantes, técnicos ou outros diretamente relacionados à sua profissão ou cargo desejado.

 Cursos complementares (digitação, informática, idiomas, vendas, etc.) podem ser mencionados de maneira resumida e agrupada.

Experiência
 Faça uma lista com suas últimas 3 a 5 colocações.

 Não há problema em incluir estágios e trabalhos temporários.

 Para cada emprego, informe no mínimo o período, o cargo, a empresa e a natureza geral da atividade.

 Exemplo: 2006 a 2008 – Auxiliar administrativo na Comercial Hidramax, desempenhando atividades diversas de apoio a práticas contábeis, faturamento e vendas.

 Se você NÃO TIVER EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL, pode remover completamente esta seção, inclusive o título dela.

Atividades complementares
 Aqui você pode listar outras atividades que você fez (tesoureiro de classe, instrutor de capoeira, voluntário em projetos) que ajudem a mostrar que você tem iniciativa, espírito de equipe, etc.

 Outros dados que possam interessar ao recrutador: a cidade em que você mora, disponibilidade para mudar de endereço, se você tem condução própria, habilitação, etc.

Modelo de curriculo

[Nome Completo]
Brasileiro, [Estado Civil], [Idade] anos
[Endereço – Rua/Av. + Numero + Complemento]
[Bairro] – [Cidade] – [Estado]
Telefone: [Telefone com DDD] / E-mail: [E-mail]

OBJETIVO

[Cargo pretendido]

FORMAÇÃO





EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL


• [Periodo] – Empresa
Cargo:
Principais atividades:
• [Periodo] – Empresa
Cargo:
Principais atividades:
[Periodo] – Empresa
Cargo:
Principais atividades:

QUALIFICAÇÕES E ATIVIDADES PROFISSIONAIS


• [Descrição] ([Local], conclusão em [Ano de Conclusão do Curso ou Atividade]).
• [Descrição] ([Local], conclusão em [Ano de Conclusão do Curso ou Atividade]).
• [Descrição] ([Local], conclusão em [Ano de Conclusão do Curso ou Atividade]).
• [Descrição] ([Local], conclusão em [Ano de Conclusão do Curso ou Atividade]).

INFORMAÇÕES ADICIONAIS


• [Descrição Informação Adicional]
• [Descrição Informação Adicional]
• [Descrição Informação Adicional]

A entrevista para um emprego

1. Fale sobre si.
Esta pergunta é quase obrigatória em uma entrevista de emprego e deverá ser muito bem praticada para uma resposta sucinta, direta e, acima de tudo, que valorize o seu perfil profissional.

2. Quais são seus objetivos a curto prazo? E a longo prazo?
Seja específico e tente aproximar, de alguma forma, os seus objetivos aos da própria empresa. Respostas como "ganhar bem" ou "aposentar-se" são totalmente proibidas.

3. O que o levou a enviar o seu currículo a esta empresa?
Aproveite esta deixa para demonstrar que fez o seu "trabalho de casa" e fale sobre a atividade da empresa e a forma como o posicionamento desta a torna uma empresa de elevado interesse para qualquer profissional. Naturalmente, para responder a esta pergunta, é preciso fazer previamente uma pesquisa sobre a empresa. Vá ao site institucional, faça pesquisas usando mecanismos de busca, leia revistas da especialidade e converse com pessoas que trabalham ou já trabalharam lá.

4. Qual foi a decisão mais difícil que tomou até hoje?
O que é pretendido com esta questão, é que os candidatos sejam capazes de identificar uma situação em que tenham sido confrontados com um problema ou dúvida, e que tenham sido capazes de analisar alternativas e consequências e decidir da melhor forma.
5. O que procura num emprego?
As hipóteses de resposta são várias: desenvolvimento profissional e pessoal, desafios, envolvimento, participação num projeto ou organização de sucesso, contribuição para o sucesso da sua empresa, etc.
6. Você é capaz de trabalhar sob pressão e com prazos definidos?
Um "não" a esta pergunta pode destruir por completo as suas hipóteses de ser o candidato escolhido, demonstre-se capaz de trabalhar por prazos e dê exemplos de situações vividas em trabalhos anteriores.
7. Dê-nos um motivo para o escolhermos em vez dos outros candidatos.
Esta é sempre das perguntas mais complicadas mas o que se espera é que o candidato saiba "vender" o seu produto. Isto é, deverá focar-se nas suas capacidades e valorizar o seu perfil como o mais adequado para aquela função e a forma como poderá trazer benefícios e lucros para a empresa.
8. O que você faz no seu tempo livre?
Seja sincero, mas sobretudo lembre-se que os seus hobbies e ocupações demonstram não só a capacidade de gerir o seu tempo, preocupações com o seu desenvolvimento pessoal e facilidade no relacionamento interpessoal.
9. Quais são as suas maiores qualidades?
Aponte aquelas características universalmente relacionadas com um bom profissional: proatividade, empenho, responsabilidade, entusiasmo, criatividade, persistência, dedicação, iniciativa, e competência.
10. E pontos negativos/defeitos?
Naturalmente que a resposta não poderá ser muito negativa, pois serão poucas as hipóteses para um profissional que diga ser desorganizado, desmotivado ou pouco cumpridor dos seus horários.
Assim, o truque é responder partindo daquilo que normalmente é considerado uma qualidade, mas agravando-o de forma a parecer um "defeito". Ou seja, exigente demais, perfeccionista, muito autocrítico, persistente demais, etc.
11. Que avaliação faz da sua última (ou atual) experiência profissional?
Não se queixe e, em caso algum, critique a empresa e respectivos colaboradores. Diga sempre alguma coisa positiva, ou o ambiente de trabalho ou o produto/serviço da empresa. Se começar a apontar defeitos ao seu emprego anterior correrá o risco de o entrevistador achar que o mesmo pode acontecer no futuro relativamente aquela empresa.
12. Até hoje, quais foram as experiências profissionais que lhe deram maior satisfação?
Seja qual for a sua escolha, justifique bem os motivos. Tente mencionar as mais recentes e que sejam mais adequadas aos seus objetivos profissionais.

Emprego

Emprego: como garantir sua vaga


1. Defina sua situação: você precisa ter consciência de suas aptidões, pontos fortes e vulnerabilidades. Quanto antes você identificá-los, melhor, pois tentar lidar com eles apenas em uma situação em que você já está em dificuldades é sempre mais difícil. A partir do conhecimento de si próprio, defina que tipo de vaga você está buscando, sendo tão seletivo quanto a sua situação permitir. Delimite por mercado, por região, por natureza da atividade, ou pelo critério que fizer mais sentido para você. Tendo escolhido um conjunto de parâmetros, todas as outras etapas poderão ser mais bem direcionadas e aproveitadas. Mas cuidado para não construir muros ao redor de si: ao longo do processo, saiba quando rever os parâmetros definidos.

2. Os contatos: Um amigo costuma resumir assim: o segredo para estar empregado é conhecer pessoas bem empregadas. Para o primeiro emprego às vezes é um pouco mais difícil, mas o ideal é que você comece o quanto antes a formar uma rede de relacionamentos e contatos (“networking”) a que possa recorrer, sem parecer inoportuno, quando chegar o momento de procurar uma nova colocação. Ao contrário do que pode parecer à primeira vista, isso não significa tentar praticar algum tipo de alpinismo social ou de forçar envolvimentos com diretores e presidentes de grandes empresas – o que ai lhe ajudar é ser próximo (de uma forma espontânea, natural e de longo prazo) de pessoas que trabalhem no mercado e região que lhe interessam que conheçam outras pessoas e empresas, e possam assim não apenas ficar sabendo (e lhe avisar) de vagas em aberto, como ainda idealmente lhe recomendar para o responsável pela seleção. Mas tentar formar a rede de contatos só no momento da necessidade não dá certo.

3. O diferencial: em várias regiões e mercados do Brasil, o número de candidatos interessados para a maioria das vagas comuns é muito superior ao que as empresas podem selecionar com eficiência, e desta forma elas acabam recorrendo aos processos de pré-seleção, que consistem basicamente em remover da lista as pessoas que não tenham os requisitos mínimos e que não se destaquem dos demais. É muito difícil ter diferenciais que se apliquem a qualquer processo de pré-seleção, mas se você tiver caprichado no passo 1 (auto-conhecimento e boa definição de parâmetros), é sempre possível ter aquele “algo mais” que faz você passar para a próxima fase do processo. Seja um curso (ainda que gratuito – procure no SENAI, SENAC, SEBRAE, associações de classe, sindicatos, etc.), um artigo publicado, um website, uma experiência como voluntário… qualquer coisa que você possa mencionar no currículo ou na ficha de inscrição e que desperte o interesse do avaliador.

4. O currículo: você precisa ter um currículo “genérico” bem feito, completo e atualizado, para enviar para agências de emprego, sites de bancos de currículos ou outras organizações especializadas em colocações, se for o caso. Mas quando estiver enviando currículo para uma empresa e vaga específicas, dê-se ao trabalho de adaptar o currículo, colocando em destaque as informações que julgar mais relevantes para aquela situação.

5. Seu “discurso do elevador”: imagine que você encontrou no elevador o responsável pela seleção da vaga dos seus sonhos, e tem apenas o tempo do trajeto entre 10 andares para fazê-lo se interessar em chamá-lo para uma entrevista. O que você diria? Estas 2 ou 3 frases que você deve desenvolver são importantíssimas, e uma versão adaptada delas pode constar no início do seu currículo ou da carta de apresentação, podendo ser útil também nas entrevistas.

6. Filtre os classificados: jornais e revistas publicam muitos anúncios de vagas de empregos. É um grande erro concentrar suas ações só nestes anúncios, mas você também não deve ignorá-los. Acompanhe os classificados, selecione as vagas para as quais acredita ter as aptidões necessárias, e inscreva-se nas seleções, ou envie currículo. Quando possível, cadastre seu currículo também no site das empresas que anunciaram.

7. Não se limite aos classificados: muitas vezes as empresas recorrem aos anúncios na imprensa apenas em último caso, após já ter tentado selecionar candidatos a partir do banco de currículos já cadastrados (por isso é importante enviá-lo sempre), ou a partir de indicações de seus funcionários (está vendo a importância da sua rede de relacionamentos?), ou até mesmo em pesquisas nos bons sites de bancos de currículo. Nem sempre é o caso, mas com certeza há bem mais vagas em aberto do que aquelas que saem no jornal.

8. A iniciativa: se você caprichou no primeiro passo, terá em mente qual o mercado e região em que deseja atuar. Com um pouco de pesquisa, você poderá identificar as empresas que atuam dentro destes parâmetros, e enviar a elas seu currículo, acompanhado de uma carta de apresentação personalizada deixando claro o tipo de vaga que tem em mente. Em empresas com políticas atualizadas de gestão de pessoas, estes currículos são bem recebidos, e seu envio revela iniciativa e informação. As empresas mantêm seus próprios bancos de talentos, e o seu currículo será incluído nele, e pesquisado a cada nova vaga que surgir.

9. Conheça a empresa: se você estiver apenas mandando um currículo, pode não ser necessário ir além de uma pesquisa básica, mas se for avançar um pouco mais – por exemplo, ser chamado para uma entrevista ou outro procedimento seletivo – vale a pena buscar o máximo de informações sobre a empresa, para estar preparado para entender o contexto das perguntas e para escolher as melhores alternativas. Você deve buscar saber quais os seus principais produtos ou serviços, seus principais clientes, concorrentes e fornecedores, onde ela está instalada, seu porte, seu histórico, em que ela se destaca, as notícias recentes sobre ela, etc. Uma boa busca no site da empresa e em sites de jornais e revistas pode dar uma idéia geral sobre estes detalhes, mas se você quiser realmente se destacar, precisará ir mais a fundo.

10. Em último caso…: muitas agências de emprego e sites de bancos de vagas e currículos dão a impressão de serem armadilhas ou caça-níqueis ineficazes, e provavelmente alguns são mesmo. Você não precisa começar a sua busca por elas. Mas se você está mesmo em busca, precisa respirar fundo e correr alguns riscos. Não aceite pagar nada antecipadamente, mas se as demais dicas não estiverem funcionando, você pode considerar a idéia de enviar seu currículo, sempre acompanhado de uma carta de apresentação curta e direta, e com contatos atualizados, para as agências de emprego e sites que considerar mais confiáveis. Bastante gente acaba se incomodando com eles (não tenha muita fé de que você irá conseguir remover seus dados de todos eles depois da semana grátis que costumam oferecer…), mas muitas vezes eles funcionam isto é fato.

Se você estiver acima da idade típica do seu mercado: esta pode ser uma barreira difícil, mas não intransponível, especialmente se você tiver experiência no ramo. O essencial é estar atualizado com as práticas correntes no seu ramo, incluindo as novidades. Domínio da informática pode ser essencial – mais do que para um candidato jovem à mesma vaga. Jamais minta no currículo, mas faça o possível para enfatizar nele as suas atividades mais recentes (últimos 10 anos) e o conhecimento e experiência que você tem. Capriche na sua atitude, e esteja preparado para contra-argumentar com fatos objetivos contra quaisquer preocupações sobre sua idade que possam ser trazidas à baila em uma entrevista ou outra etapa do processo de seleção.

Atividade em classe 1


Valeu gente, vocês são demais! A equipe ficou ótima, continuem assim...

Atividade em classe 2


A pipa roxa está um luxo só, valeu turminha!

Atividade em classe 3

Atividade em classe 4



Esta turminha é do barulho, mas muito bacana!
Foram empinar a pipa de moto, vejam só!!!!

Foi muito bom conhecer vocês...

Construindo pipas e sonhos...

Esta é a nossa turma de alunos do Programa de Qualificação Profissional sediada na cidade de Jaguariúna.
Nessa jornada estamos trocando conhecimentos, sentimentos e grandes emoções ...