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Luz de Amparo-Fotografia
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Os 7 riscos das cadeias de suprimentos
Gerenciamento de riscos: os 7 riscos de uma cadeia de suprimentos – Você sabe quais são os principais riscos logísticos em sua cadeia de suprimentos?
Os acontecimentos mais recentes na economia mundial suscitam algumas dúvidas referentes à análise de risco em diversos segmentos industriais. Como é possível que alguns dos maiores bancos do mundo chegassem à situação atual, com inúmeras falências? Como as maiores indústrias automobilísticas do planeta, com seu poderio de conhecimentos e tecnologias sem fim, encontram-se às avessas para pagar suas contas? Se mesmo estas empresas sofreram com riscos inesperados, vamos tentar desvendar os maiores riscos logísticos para as cadeias de suprimentos, com enfoque na situação brasileira.
Vendo os noticiários, somos levados a pensar: e em sua cadeia de suprimentos, até que ponto você está preparado para adversidades? Ou ainda sendo mais precavido e pró-ativo: à quais riscos deve-se estar mais preparado? Existe uma análise de cenários prevendo diferentes acontecimentos e quais os impactos que eles têm em seu negócio?
Conheça os riscos
Acredito que não exista uma resposta única a essas perguntas, visto que a resposta correta depende de situações particulares de cada indústria, de cada mercado, de cada empresa.
Normalmente, as análises de riscos são feitas em termo de custos, e também de oportunidades x ameaças. Se olharmos com mais detalhes estes dois elementos, chega-se nos sete elementos a seguir. A não ser que você comande um monopólio (e infelizmente acredito que não é o seu caso), boa parte dos elementos seguintes fará algum sentido para você:
1) Riscos econômicos
Este sem dúvida é o principal risco, e infelizmente, é um risco externo à sua empresa e à sua cadeia, você terá pouca influência sobre ele; mas você pode, sim, preparar-se e minimizar os efeitos caso algum fenômeno econômico lhe atinja. Estes acontecimentos variam desde flutuações de taxas de câmbio (com a qual estamos acostumados no Brasil), mas podem ser também relativos a impostos (que infelizmente também faz parte de nosso cotidiano), taxas de juros, falências de clientes/fornecedores.
2) Riscos políticos
Mais uma vez, um risco externo. Disputas comerciais entre países, embargos, ou uma possível guerra. Quem opera com países instáveis politicamente (como alguns vizinhos latino-americanos ou regiões de conflitos, para citar dois exemplos). Neste caso sua situação é mais delicada, e requer atenção, pois você pode, do dia para a noite, perder acesso à parte de seu mercado consumidor. Aqui, a idéia é não ser dependente apenas deste mercado, mas tentar expandir os horizontes comerciais. O mesmo vale caso algum fornecedor crítico esteja localizado nestas áreas.
3) Riscos geográficos
Desastres naturais em conseqüência de fatores climáticos como ventos fortes, inundações ou secas; impossibilidade de fazer os transportes, ou mesmo a proximidade a lugares com os outros riscos representam também riscos para sua cadeia de suprimentos, especialmente no fator transportes: como ter acesso ao seu mercado consumidor ou conseguir receber suas matérias-primas quando um problema localizado ocorrer?
4) Riscos de Planejamento
Aqui é onde as empresas mais podem atuar minimizando os perigos de pouco planejamento em qualquer área: design, projeto, processo, etc. Prepare-se antes de lançar um novo produto, antes de fechar um contrato com um fornecedor, antes de prometer que vai entregar o lote ao cliente. Muitas vezes uma pesquisa de mercado tira muitas dúvidas (e coloca mais certezas no produto), o fornecedor não oferece qualidade nem confiabilidade suficiente, e você não tem condições de atender os prazos que seu cliente pediu. Qualquer deslize nessas áreas pode ser mortal, mas o remédio preventivo vale à pena e não custa caro. Planeje-se.
5) Competidores
Como destacado anteriormente, se você não tem um monopólio, então seus competidores também estão atento a tudo isso. Mantenha um olho neles, mas seu foco precisa estar no mercado. Benchmarking é bom, mas demais também atrapalha, pois você não precisa ser o melhor em tudo. Fique atento à sua estratégia.
6) Sustentabilidade
Seu processo e seu produto agridem a natureza, ou são verdes? Se sua empresa e sua cadeia de suprimentos ainda agridem o meio-ambiente, é hora de rever seus conceitos, por duas diferentes razões:
a) Você vai perder mercado: a pressão da sociedade só tende a aumentar para que produtos e processos sejam ecologicamente corretos, em detrimento daqueles que não praticam reciclagem/reuso, uso de materiais e processos ecologicamente corretos, responsabilidade social, etc.;
b) Você pode ganhar mais dinheiro: processos certificados podem gerar créditos de carbono, que, vendidos no mercado internacional podem ser uma nova fonte de receitas.
7) Qualidade
Este item deveria ter saído desta lista há tempos, mas ainda temos muitos problemas de qualidade. Seja em nosso processo de fabricação, sejam no treinamento de mão-de-obra, danos no transporte e manuseio, ou mesmo quando recebemos produtos de baixa qualidade de nossos fornecedores. Implantar sistemas de gestão de qualidade, tanto para produtos quanto para processos é a palavra de ordem!
Os acontecimentos mais recentes na economia mundial suscitam algumas dúvidas referentes à análise de risco em diversos segmentos industriais. Como é possível que alguns dos maiores bancos do mundo chegassem à situação atual, com inúmeras falências? Como as maiores indústrias automobilísticas do planeta, com seu poderio de conhecimentos e tecnologias sem fim, encontram-se às avessas para pagar suas contas? Se mesmo estas empresas sofreram com riscos inesperados, vamos tentar desvendar os maiores riscos logísticos para as cadeias de suprimentos, com enfoque na situação brasileira.
Vendo os noticiários, somos levados a pensar: e em sua cadeia de suprimentos, até que ponto você está preparado para adversidades? Ou ainda sendo mais precavido e pró-ativo: à quais riscos deve-se estar mais preparado? Existe uma análise de cenários prevendo diferentes acontecimentos e quais os impactos que eles têm em seu negócio?
Conheça os riscos
Acredito que não exista uma resposta única a essas perguntas, visto que a resposta correta depende de situações particulares de cada indústria, de cada mercado, de cada empresa.
Normalmente, as análises de riscos são feitas em termo de custos, e também de oportunidades x ameaças. Se olharmos com mais detalhes estes dois elementos, chega-se nos sete elementos a seguir. A não ser que você comande um monopólio (e infelizmente acredito que não é o seu caso), boa parte dos elementos seguintes fará algum sentido para você:
1) Riscos econômicos
Este sem dúvida é o principal risco, e infelizmente, é um risco externo à sua empresa e à sua cadeia, você terá pouca influência sobre ele; mas você pode, sim, preparar-se e minimizar os efeitos caso algum fenômeno econômico lhe atinja. Estes acontecimentos variam desde flutuações de taxas de câmbio (com a qual estamos acostumados no Brasil), mas podem ser também relativos a impostos (que infelizmente também faz parte de nosso cotidiano), taxas de juros, falências de clientes/fornecedores.
2) Riscos políticos
Mais uma vez, um risco externo. Disputas comerciais entre países, embargos, ou uma possível guerra. Quem opera com países instáveis politicamente (como alguns vizinhos latino-americanos ou regiões de conflitos, para citar dois exemplos). Neste caso sua situação é mais delicada, e requer atenção, pois você pode, do dia para a noite, perder acesso à parte de seu mercado consumidor. Aqui, a idéia é não ser dependente apenas deste mercado, mas tentar expandir os horizontes comerciais. O mesmo vale caso algum fornecedor crítico esteja localizado nestas áreas.
3) Riscos geográficos
Desastres naturais em conseqüência de fatores climáticos como ventos fortes, inundações ou secas; impossibilidade de fazer os transportes, ou mesmo a proximidade a lugares com os outros riscos representam também riscos para sua cadeia de suprimentos, especialmente no fator transportes: como ter acesso ao seu mercado consumidor ou conseguir receber suas matérias-primas quando um problema localizado ocorrer?
4) Riscos de Planejamento
Aqui é onde as empresas mais podem atuar minimizando os perigos de pouco planejamento em qualquer área: design, projeto, processo, etc. Prepare-se antes de lançar um novo produto, antes de fechar um contrato com um fornecedor, antes de prometer que vai entregar o lote ao cliente. Muitas vezes uma pesquisa de mercado tira muitas dúvidas (e coloca mais certezas no produto), o fornecedor não oferece qualidade nem confiabilidade suficiente, e você não tem condições de atender os prazos que seu cliente pediu. Qualquer deslize nessas áreas pode ser mortal, mas o remédio preventivo vale à pena e não custa caro. Planeje-se.
5) Competidores
Como destacado anteriormente, se você não tem um monopólio, então seus competidores também estão atento a tudo isso. Mantenha um olho neles, mas seu foco precisa estar no mercado. Benchmarking é bom, mas demais também atrapalha, pois você não precisa ser o melhor em tudo. Fique atento à sua estratégia.
6) Sustentabilidade
Seu processo e seu produto agridem a natureza, ou são verdes? Se sua empresa e sua cadeia de suprimentos ainda agridem o meio-ambiente, é hora de rever seus conceitos, por duas diferentes razões:
a) Você vai perder mercado: a pressão da sociedade só tende a aumentar para que produtos e processos sejam ecologicamente corretos, em detrimento daqueles que não praticam reciclagem/reuso, uso de materiais e processos ecologicamente corretos, responsabilidade social, etc.;
b) Você pode ganhar mais dinheiro: processos certificados podem gerar créditos de carbono, que, vendidos no mercado internacional podem ser uma nova fonte de receitas.
7) Qualidade
Este item deveria ter saído desta lista há tempos, mas ainda temos muitos problemas de qualidade. Seja em nosso processo de fabricação, sejam no treinamento de mão-de-obra, danos no transporte e manuseio, ou mesmo quando recebemos produtos de baixa qualidade de nossos fornecedores. Implantar sistemas de gestão de qualidade, tanto para produtos quanto para processos é a palavra de ordem!
Entendendo os diferentes fluxos logísticos
A logística é normalmente associada ao transporte: movimentação de materiais, rodovias, navios, etc. Não podemos dizer que esta associação é injusta, pois o transporte é uma das principais atividades da logística, a que custa mais caro, e a que o cliente mais precisa – afinal, ele precisa dos produtos no lugar onde vai comprá-lo!
Mas não só de transportes de produtos é feita a logística, e existem outros fluxos a serem considerados. Vamos discutir alguns deles nos parágrafos seguintes. Primeiramente, vamos continuar na área de transportes, mas não o transporte direto dos produtos, no sentido dos fornecedores para os clientes, mas o transporte reverso. Trata-se da principal função da logística reversa, que trás os produtos usados do consumidor final para as fábricas novamente. É um fluxo que ganha cada vez mais importância em função das pressões sociais e políticas para que as empresas sejam mais corretas ambiental e socialmente.
Outro fluxo muito importante é o fluxo de informações. As indústrias só podem produzir aquilo que o consumidor quer comprar. Assim, é preciso saber qual o produto mais desejado, qual a cor da moda, qual o estilo ou as necessidades do momento. Isso é feito através de pesquisas de marketing e de um estreito relacionamento com os distribuidores. Uma vez que a indústria tenha recebido a informação dos clientes, é importante que esse fluxo volte em direção ao consumidor final, oferecendo novas opções e ajustando aquilo que foi requisitado.
Por fim, não podemos esquecer que alguém precisa pagar por tudo isso! Assim, o fluxo financeiro flui do consumidor final em direção aos fabricantes. Cada etapa do processo logístico fica com uma parcela do montante pago pelo cliente, até que ele termina quando chega no elo mais alto, por exemplo no fornecedor de matérias-prima.
Assim, podemos dizer que o fluxo logístico é na verdade a integração de diversos fluxos menores: os fluxos de materiais (ou produtos) diretos e reversos, os fluxos de informações e o fluxo financeiro. Algumas empresas obtêm mais sucesso que outras no gerenciamento desses fluxos: algumas fazem uma excelente logística reversa, outras conseguem entender exatamente o que o cliente deseja, e outras são muito ágeis na entrega do produto.
Você consegue pensar em exemplos de empresas de cada um desses grupos?
Mas não só de transportes de produtos é feita a logística, e existem outros fluxos a serem considerados. Vamos discutir alguns deles nos parágrafos seguintes. Primeiramente, vamos continuar na área de transportes, mas não o transporte direto dos produtos, no sentido dos fornecedores para os clientes, mas o transporte reverso. Trata-se da principal função da logística reversa, que trás os produtos usados do consumidor final para as fábricas novamente. É um fluxo que ganha cada vez mais importância em função das pressões sociais e políticas para que as empresas sejam mais corretas ambiental e socialmente.
Outro fluxo muito importante é o fluxo de informações. As indústrias só podem produzir aquilo que o consumidor quer comprar. Assim, é preciso saber qual o produto mais desejado, qual a cor da moda, qual o estilo ou as necessidades do momento. Isso é feito através de pesquisas de marketing e de um estreito relacionamento com os distribuidores. Uma vez que a indústria tenha recebido a informação dos clientes, é importante que esse fluxo volte em direção ao consumidor final, oferecendo novas opções e ajustando aquilo que foi requisitado.
Por fim, não podemos esquecer que alguém precisa pagar por tudo isso! Assim, o fluxo financeiro flui do consumidor final em direção aos fabricantes. Cada etapa do processo logístico fica com uma parcela do montante pago pelo cliente, até que ele termina quando chega no elo mais alto, por exemplo no fornecedor de matérias-prima.
Assim, podemos dizer que o fluxo logístico é na verdade a integração de diversos fluxos menores: os fluxos de materiais (ou produtos) diretos e reversos, os fluxos de informações e o fluxo financeiro. Algumas empresas obtêm mais sucesso que outras no gerenciamento desses fluxos: algumas fazem uma excelente logística reversa, outras conseguem entender exatamente o que o cliente deseja, e outras são muito ágeis na entrega do produto.
Você consegue pensar em exemplos de empresas de cada um desses grupos?
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